Image

QUICK CONTACT

Nome*

Email*

Mensagem

Literatura, substantivo feminino no CineBrasilTV

Image

Literatura, substantivo feminino no CineBrasilTV

August 11, 2017

Proposta de Obra Seriada

Que tal um encontro com escritoras e personagens femininas da literatura brasileira que, através das letras, eternizaram em prosa e verso questões existenciais, sociais e políticas contundentes que influenciam o pensamento de sua época e das que viriam depois?

Esta é a proposta da série LITERATURA, SUBSTANTIVO FEMININO, que pretende trazer para a televisão o debate sobre a mulher na literatura, ou mais amplamente do feminino encarado em suas várias manifestações de gênero, seja como objeto de representação, como criadora ou como leitora (crítica ou acrítica). Fará isso mesclando entrevistas, leituras dramatizadas, citações de trechos literários e iconografia, em 13 episódios de 26 minutos.

A literatura será abordada como um campo de exploração da linguagem que, diferentemente do discurso político, não é por natureza engajada. Portanto, o objetivo da série não produzir uma obra militante e restrita à produção literária dita feminista, mas dar voz às demandas internas individuais, subjetivas, de diferentes ordens, de mulheres brasileiras que aderiram à escrita criativa ou expressão literária, do século XIX aos dias atuais, em toda a sua diversidade.

Estratégias de Abordagem

Os episódios da série serão divididos em dois blocos iniciados e encerrados por fragmentos de trechos literários recitados por múltiplas vozes, de escritoras e leitoras, anônimas e consagradas, representadas em sua diversidade. O objetivo é montar perfis femininos característicos de diferentes períodos históricos, inclusive do atual, para introduzir as temáticas que serão desenvolvidas através de conversas com escritoras, editoras, críticas literárias e leitoras. Para cada episódio, pretende-se trazer um conjunto de obras representativo do universo retratado; o contexto social da época em que foram criadas; a vida, as influências e as inspirações de suas criadoras; e a importância dessas obras na contemporaneidade e na memória da literatura brasileira. Para complementar e/ou ilustrar as entrevistas, serão inseridas imagens de arquivo como fotografias, reportagens em jornais, vídeos de entrevistas, infográficos e grafismos. Serão inseridas pequenas pausas entre sequências de entrevistas, contendo citações literárias e trilha sonora, para propiciar ao espectador a maturação das questões abordadas.

Sinopses Preliminares

primeiro episódio pretende tecer um panorama sobre a produção literária brasileira contemporânea, considerando o perfil de autores e personagens, as obras de maior sucesso entre leitores e críticos e a própria dinâmica do mercado editorial. Escritoras, editoras, críticas e leitoras também serão convidadas a dialogar sobre a existência ou ausência de características no texto e nas escolhas temáticas que possam ser identificadas dentro dos conceitos de masculino e feminino; etc.

No segundo episódio serão apresentadas escritoras pioneiras que romperam padrões em plena sociedade patriarcal e escravocrata, como Ana Eurídice Eufrosina Barandas, considerada a primeira mulher cronista do país; Maria Firmina dos Reis, autora do primeiro romance abolicionista da literatura brasileira; Maria Benedita Bormann, autora do romance “Lésbia”, sobre a vida de uma escritora no Rio de Janeiro no final do século 19; Albertina Bertha, autora do romance “Exaltação”, de teor erótico altamente ousado para a época; Júlia Lopes de Almeida, que integrou o grupo de escritores e intelectuais que planejou a criação da Academia Brasileira de Letras, sendo, no entanto, substituída por seu marido no quadro de imortais; Gilka Machado, descrita por Carlos Drummond de Andrade como “a primeira mulher nua da poesia brasileira”; e Patrícia Galvão, a Pagu, destaque do Movimento Modernista iniciado em 1922 e considerada a primeira brasileira do século 20 a ser presa política. De maneira geral, ao longo do episódio serão abordadas questões como o papel esperado da mulher no Brasil do final do século XIX e início do XX; a participação das pioneiras no movimento feminista sufragista; o apagamento delas dos livros didáticos; e as características comuns entre as obras de autoria feminina do período.

Serão expostos no terceiro episódio os bastidores da criação da Academia Brasileira de Letras, restrita aos homens até 1976, ano em que seu Regimento Interno foi alterado para permitir a candidatura de mulheres. Rachel de Queiroz foi a primeira imortal, eleita em 1977. Seguiram-na outras sete mulheres, em ordem cronológica de eleição: Dinah Silveira de Queiroz, em 10 de junho de 1980; de Lygia Fagundes Telles, em 1985; de Nélida Piñon, em 1989; de Zélia Gattai, em 2001; de Ana Maria Machado, em 2003; de Cleonice Berardinelli, em 2009; e de Rosiska Darcy de Oliveira, em 2013. Pretende-se, ainda, questionar os motivos do número de escritoras mulheres no cânone ainda ser tão baixo, considerando que, por motivos diversos, a literatura é a carreira artística mais exercida por mulheres. Por fim, apesar do quadro de evidente desigualdade, o episódio traz um panorama otimista com a posse da escritora Nélida Piñon à presidência, em 1997, sagrando-se a primeira mulher a ocupar o posto máximo da ABL.

A obra de Clarice Lispector, uma das escritoras brasileiras mais importantes do século XX, será tema do quarto episódio. Pretende-se examinar a abordagem da autora para temas da esfera doméstica, como a virgindade, o casamento e a maternidade, tendo como base os conflitos internos e as insatisfações de suas personagens femininas, via de regra, suas protagonistas. Clarice descreve a mulher de forma intimista e, ao dar vazão ao seu desconforto em seguir o modelo social esperado de dona de casa, esposa e mãe questiona o lugar de passividade e invisibilidade atribuído ao gênero. É um olhar histórico da mulher aprisionada em casa, mas que tem caráter universal, até porque a autora não se submete a uma visão determinista e porque é passível de interpretações filosóficas, psicológicas, etc. Ao longo do episódio, e partindo das representações do feminino e das mulheres de sua obras, também será tecido um perfil da própria autora, sem deixar de lado a literatura infantil e a produção jornalística, inclusive a voltada para temas pueris, que ela publicou sob pseudônimo. Por fim, será comentada a influência da escritora na formação de outras mulheres que hoje se destacam no mundo literário.

A existência de um vasto público leitor feminino, a partir da Idade Moderna, sempre exerceu pressão considerável no sentido da representação de uma experiência feminina, bem como sobre as formas nas quais essa representação acontece, inclusive na literatura de autoria masculina. Por isso, o quinto episódio pretende abordar as mudanças na representação da mulher na literatura brasileira, tendo como base os períodos literários e seus principais autores. Se na Literatura Informativa e nos períodos seguintes as mulheres eram descritas apenas por suas características físicas, a partir do Romantismo suas representações se complexificam. As mulheres passaram a participar da vida social, lutar por seus direitos e a tomar conta dos negócios. No Realismo elas também cometem erros, articulam ações inteligentes e não demonstram fragilidade, características de um retrato menos idealizado. Já no Naturalismo as mulheres falam através do  discurso direto. Surgem, então, os primeiros questionamentos sobre o prazer da mulher, agora mais disposta a lutar contra os tabus morais e preconceitos da sociedade da época. A partir do Modernismo, quando elas despontam também como escritoras, abre-se espaço para que as personagens apareçam mais próximas da condição real da mulher, de sua humanidade.

O sexto episódio mergulha na poesia, onde se dão grandes revoluções de linguagem. Além da produção de poetisas brasileiras, como Cecília Meireles, Hilda Hilst, Ana Cristina César, Cora Coralina, Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, Adélia Prado, Alice Ruiz, Ana Martins  Marques,  entre outras, falar-se-a das das mulheres musas em tantos autores homens, como Vinícius de Moraes e Gregório de Matos.  

O sétimo episódio busca entender como se dá a relação entre pais e filhos, irmãos e cônjuges de escritores. Nos dias atuais, tornar-se escritor/a ou viver da escrita, pode-se indicar prestígio em ambientes economicamente menos favorecidos. Mas pode também, ao contrário, suscitar preocupação em lares de classe média e alta. Além disso, a rivalidade e a busca pelo reconhecimento pode muitas vezes colocar na sombra uma das figuras em jogo. Por tradição, o marido acaba ocupando lugares de evidência. Recentemente publicaram-se os textos de Aurora Bernardes, mulher de Cortázar, que teria ficado oculta sob pretexto de não haver espaço para dois no mesmo ramo. https://revistacult.uol.com.br/home/aurora-bernardez-escritora-secreta/. As facilidades de canais de difusão quando uma dos autores/as se projeta nem sempre é estendida ao outro / à outra. Ainda há a discussão sobre o fantasma das influências e o das inevitáveis comparações entre a escrita de um e de outro. Por isso, o episódio irá explorar o universo da criação de profissionais da escrita que têm laços familiares, sejam eles de sangue ou de outra natureza. Há sempre o interesse pelo cotidiano também. São leitores uns dos outros? Partilham o local de trabalho? Circulam nos mesmos meios, sempre? Estão entre as duplas a serem retratadas: Marina Colasanti (e Affonso Romano de Sant’Anna); Zélia Gattai (Jorge Amado); e Elisa Lispector  (Clarice Lispector).

A representação da figura feminina na contemporaneidade será tema do oitavo episódio. Serão discutidos os papéis sociais exercidos pela mulher, como autora e personagem, na literatura produzida hoje; a existência de protagonistas idosas, negras, lésbicas, trans ou se esse espaço ainda é ocupado apenas por estereótipos femininos; e a importância da criação de selos de nicho, como a editora Malagueta, cujas obras lançadas foram escritas por e para mulheres lésbicas, e a editora Malê, especializada na produção literária afro-brasileira e que traz escritoras como Conceição Evaristo e Cristiane Sobral em seu catálogo. Também serão mapeados os temas mais recorrentes na literatura de autoria feminina, entre eles a família, a maternidade, o pertencimento, a violência e o erotismo. O episódio se encerra com a questão: a literatura e a história compartilham fatos que demonstram os avanços sociais, intelectuais e morais da mulher em relação ao homem?

A representação da mulher negra na literatura brasileira será tema do nono episódio. Parte-se do pressuposto de que as figurações da mulher negra criadas por um discurso eurocêntrico, patriarcal e tradicional tendem a ser estereotipadas, excessivamente sexualizadas, como a Rita Baiana, de “O Cortiço”, de Aluísio Azevedo. No entanto, quando se deslocam o ponto de vista para uma autoria negra feminina, as personagens se separam dos estereótipos raciais e se transformam em indivíduos mais complexos e humanizados. A partir da análise da obra de escritoras como Caroline de Jesus, Ana Maria Gonçalves, Conceição Evaristo, Cristiane Sobral, Lia Vieira, Mel Maia, Esmeralda Ribeiro e Jarid Andrade, serão propostas reflexões sobre os papéis sociais exercidos pela mulher negra na contemporaneidade e a importância da memória e da ancestralidade como modo de preservação e perpetuação cultural. O episódio se conclui na afirmação de que, desde a infância, a mulher negra precisa poder se imaginar no lugar de protagonistas que se parecem com ela, sejam reais ou fictícias.

A literatura escrita para crianças e adolescentes será tema do décimo episódio. Serão analisados estereótipos femininos nos textos e/ou ilustrações das obras da literatura infantil brasileira  mais comercializadas na última década e a figura feminina (criança, jovem ou mulher) como personagem ou autora, discutindo o que e como contar para um público em formação, como as crianças e os jovens. A obra de escritoras como Cecília Meireles, Ana Maria Machado, Antonieta Dias, Lygia Bojunga Nunes, Maria Clara Machado, Marina Colasanti, Elvira Vigna [a qualidade de Elvira é de autora e ilustradora – sem falar que ELA É GIGANTE EM FICÇÃO ADULTA), Ruth Rocha, Maria Heloísa Penteado e Lucília de Almeida Prado, e escritoras cujas narrativas associam-se a outras formas de expressão, como a música (Bia Bedran, Adriana Calcanhoto e Rita Lee), embora nem sempre combinem as duas formas artísticas ao criarem para criança (Rita Lee não combina texto e imagem em sua obra infantil, é só escrita mesmo). Cabe ressaltar que segmentos da literatura indígena e negra têm se dedicado fortemente ao público infantil, aproveitando histórias tradicionais e do folclore.

A loucura de personagens e/ou escritoras será tema do décimo primeiro episódio. Muitas escritoras brasileiras contemporâneas, como Lya Luft, Lygia Fagundes Telles e Clarice Lispector, desenvolveram personagens que mergulharam na experiência trágica da loucura como resposta a um conflito existencial, familiar ou social. Já o olhar que enxerga a loucura de seu interior pode ser visto na obra da poetisa Stela do Patrocínio que, segundo a crítica Gislene Maria Barral Lima Felipe da Silva, importa-se apenas em falar. Sua fala poética, contínua e rica, despertou na psicanalista Viviane Mosé o desejo de recolhimento de seus textos, por meio da gravação, e posterior transposição para a escrita. Resulta disso a obra “Reino dos bichos e dos animais é o meu nome”, publicada em 2001, onde prevalece uma preocupação com a detenção da palavra e de um eu, fundamental para a preservação da subjetividade. Por fim, serão apresentadas outras experiências realizadas no território da saúde mental no Brasil, especialmente a partir dos anos 1940, com o trabalho da dra. Nise da Silveira no Centro Psiquiátrico Nacional, atual Instituto Municipal Nise da Silveira.

O décimo segundo episódio apresenta as novas tecnologias como um facilitador da produção e do acesso à literatura de autoria feminina. Ao longo do episódio, escritoras, editoras e leitoras serão convidadas a refletir sobre a internet como espaço democrático de expressão e de luta; o surgimento de novas escritoras que utilizam as redes sociais como publicador e vitrine de seus trabalhos; os retornos financeiros proporcionados pelas publicações online; as diferenças entre o texto produzido para a Web e para os formatos tradicionais de livro; as facilidades do ebook e o fetiche pelo livro de papel; as vantagens da venda virtual e a sobrevivência das livrarias tradicionais; a digitalização de obras com fins de preservação e democratização; as novas possibilidades de conexão entre entre literatura, comunicação e conhecimentos sociais; e, por fim, os desafios e possibilidades proporcionadas pelas tecnologias contemporâneas em relação à literatura de autoria feminina.

décimo terceiro episódio encerra a temporada trazendo uma perspectiva otimista a partir da apresentação de autoras de diferentes gerações, regiões de origem, raça e etnia, que estão produzindo literatura hoje. Elas serão convidadas a falar sobre o próprio processo de criação, das dificuldades e alegrias do ofício de ser escritora, de como abordam as questões do feminino e feminismo em suas obras, dos canais para difusão de seus trabalhos e, também, a indicar outras escritoras que as inspiram. Por fim será questionada qual é a contribuição da literatura na busca da mulher pela igualdade de gênero.

ENTREVISTAS REALIZADAS:

Maria Valéria Rezende: Escritora, atualmente estabelecida em João Pessoa, trabalhou com educação popular. É autora de diversos livros, entre eles, Outros cantos (2016) que ganhou o Prêmio Casa de las Américas em 2017. Atraiu bastante atenção da mídia pelo fato de ser freira.

Beatriz Bracher: Escritora e roteirista brasileira. Foi uma das fundadoras da Editora 34, especializada em literatura e filosofia. Escreveu o argumento do filme Cronicamente Inviável e os roteiros de Os Inquilinos (prêmio de melhor roteiro no Festival do Rio) e O Abismo Prateado. Em 2016, ganhou o prêmio o Prêmio São Paulo de Literatura pelo livro Anatomia do Paraíso, vencendo na categoria Melhor Livro do Ano. Seu livro Antônio, de 2007, ficou em terceiro lugar no Prêmio Jabuti, na categoria romance. Além disso, foi o segundo colocado no Prêmio Portugal Telecom de Literatura e finalista do Prêmio São Paulo de Literatura. Em 2009, recebeu o Prêmio Clarice Lispector pela coletânea de contos Meu Amor. Venceu também o Prêmio Rio de Literatura de 2015 por Anatomia do Paraíso.

Heloísa Buarque de Hollanda: Ensaísta, escritora, editora, crítica literária e pesquisadora brasileira. É também professora emérita de Teoria da Cultura da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), coordenadora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC/UFRJ) e diretora da HB – Heloísa Buarque Projetos Editoriais, que possui em seu catálogo os livros: “Rachel Rachel” e “Cultura em Transe: Brasil anos 60”. Foi também diretora das editoras da UFRJ e Aeroplano, do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro e curadora do Portal Literal.

Marta Senna: Pesquisadora da Fundação Casa de Rui Barbosa. Tem dois livros publicados sobre Machado de Assis e organizou um terceiro, reunindo ensaios sobre os contos do autor. Em 2008, elaborou na internet um portal com as citações e alusões aos romances e contos de Machado – www.machadodeassis.net. Com Hélio de Seixas Guimarães criou e edita a revista eletrônica Machado de Assis em linha, acessível no mesmo portal.

Regina Dalcastagnè: Professora titular de literatura brasileira da Universidade de Brasília. Coordena o grupo de estudos em literatura brasileira contemporânea e edita a revista estudos de literatura brasileira contemporânea. Publicou diversos livros, entre eles: “O espaço da dor: o regime de 64 no romance brasileiro”, “Ver e imaginar o outro: alteridade, desigualdade, violência na literatura brasileira contemporânea”, “Deslocamentos de gênero na narrativa brasileira contemporânea”, “Fora do retrato: estudos de literatura brasileira contemporânea” e “Literatura brasileira contemporânea: um território contestado”.

Clarisse Fukelman: Professora de do departamento de Comunicação Social e de Artes, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Curadora de exposições e seminários em importantes instituições culturais. Atua também como gestora e produtora cultural. Como pesquisadora, desenvolve projetos para museus e mídia educativa.

Natalia Borges Polesso: Escritora e tradutora brasileira, venceu a categoria Contos e Crônicas do 58º Prêmio Jabuti, com o livro “Amora”.

Virginia Vasconcelos: Professora adjunta de teoria da literatura da Universidade de Brasília. Organizou os livros “Espaço e gênero na literatura brasileira contemporânea” e “Deslocamentos de gênero na literatura brasileira contemporânea”.

Anélia Pietrani:  Professora adjunta de Literatura Brasileira da Faculdade de Letras – UFRJ e do Programa de Pós-Graduação em Letras Vernáculas – UFRJ. Coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Estudos da Mulher na Literatura (NIELM-FL/UFRJ). Integrante do Fórum de Literatura Brasileira Contemporânea, vinculado ao setor de Literatura Brasileira da Faculdade de Letras da UFRJ. Pesquisadora dos Grupos de Estudos “Nação e Narração UFF/CNPq”, “Literatura Brasileira contemporânea: diálogos e reflexões UFRGS/CNPq” e “Investigações sobre a linguagem literária, a educação estética e o letramento literário UFLA/CNPq”, pertencentes ao Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil – CNPq, bem como do Grupo de Trabalho “Mulher e Literatura” da Anpoll.

Gislene Maria Barral: Doutora em Literatura e Práticas Sociais, pela Universidade de Brasília (2008), foi professora do curso de pós-graduação em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira da Universidade Estadual de Goiás (Unidade Formosa) e de diferentes disciplinas na Faculdade Projeção Guará. Possui diversas publicações sobre o feminino em capítulos de livros e em periódicos científicos.

Cíntia Schwantes: Professora de literaturas de língua inglesa da Universidade de Brasília. Publicou os livros “Trilogia do assombro: a literatura no feminino”, “Cantar de Solentiname e outros poemas”, “O lado escuro da lua” e “A mandala e o caleidoscópio (org.)”.

Dalva Martins de Almeida: Mestre em Literatura pela Universidade de Brasília com a dissertação “A menina negra diante do espelho”, sobre as representações de gênero e etnia na literatura infantil contemporânea. Pedagoga, atua na SEEDF desde 1991.

Luciana Hidalgo: Doutora em Literatura, é pesquisadora-associada à Universidade Sorbonne Nouvelle Paris 3, na França, onde fez seu pós-doutorado.

Nádia Battella Gotlib: É mestre, doutora e professora livre-docente pela Universidade de São Paulo, onde atuou, desde 1970, como professora e pesquisadora nas áreas de Literatura Portuguesa e Literatura Brasileira. Atualmente é professora colaboradora do Programa de Pós-Graduação de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa.

Image
Localização
Rua Hilário de Gouveia, 74 - 206. Copacabana
Image
Telefone
(21) 3563-7159
Image
Horários de Funcionamento
Seg-Sex 10 - 19h